20 de agosto de 2016

A carta inútil e os argumentos fora de tom, de Dilma Rousseff

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Dilma desperdiça o seu vernáculo embolado e incompreensível numa carta onde tenta construir uma narrativa de saída que a transforme em vítima. Missão impossível. 
Contrariando os próprios aliados, insiste em falar de golpe e assim ataca e desqualifica a Casa que vai julgá-la. Desatino. 
Na contramão do que pensa a sua base política, o partido que a inventou e os movimentos sociais teoricamente favoráveis a ela, defende um plebiscito estapafúrdio. Na essência sugere voltar ao cargo para logo depois sair. Lorota sem tamanho. 
Por linhas tortas, promulgaria uma espécie de autogolpe, sem amparo constitucional. Como definiu o ministro do Supremo, Gilmar Mendes, a ideia é “brincadeira de criança”. 
Parlamentares, governadores, além do interino, Temer – que finalmente botou para andar o governo e procura consertar as barbeiragens da antecessora –, renunciariam solidariamente, ao seu lado, para que um projeto de lei, a ser enviado ao Congresso, desabroche com o buquê das eleições antecipadas. 
Dilma almeja com o assunto inebriar o discernimento dos incautos. Dois terços do Senado e da Câmara teriam de dar aval à ideia em arrastadas votações de dois turnos (em cada plenário) que, na prática, caso evoluísse, estenderia a discussão até o prazo final do mandato em 2018. Artimanha rasteira. 
Ela mesma não acredita, nem deseja, nem irá mover uma palha nessa direção de plebiscito. Quer apenas, como faz sempre, incitar a bagunça generalizada.


“Testamento para a posteridade”, deve imaginar a autora – nos moldes da célebre mensagem deixada nos idos de 50 pelo memorável Getúlio Vargas. Mas longe disso, o documento de Dilma a empurra para o ostracismo político puro e simples. 
No todo e em partes, a carta dela nada mais é que a demonstração exaustiva de sua inapetência e inabilidade para o poder. Por inúmeras vezes a mandatária afastada prometeu o que não queria e não iria cumprir. Falou em pacto (como repete agora de novo) ainda em meio às convulsões sociais de 2013, quando o povo tomou às ruas em protesto contra ela. Logo a seguir, com a temporária trégua, engavetou o tema.
 Dilma que prometeu luz barata para todos em plena campanha aplicou, ao reassumir, remarcações cavalares nas tarifas. Quebrou o setor. Quebrou, em suma, uma nação inteira. Praticou estelionato eleitoral para chegar lá. E não obstante o crescente número de provas e evidências de seus malfeitos, ainda se diz traída e perseguida. Por aliados, opositores, pela sociedade em geral que lhe deu, segundo as pesquisas, o mais alto índice de rejeição da história.
 Dilma não enxerga os fatos como eles são. Parece fugir da realidade. Está sendo demitida por justa causa. E não deixará saudades. A sua missiva trata na verdade de uma fala de despedida do posto ocupado por intermináveis 5,5 anos; durante os quais a petista gerou uma recessão histórica, manipulando contas, sabotando estatais e promovendo desemprego em massa. 
Como alguém pode ser capaz de escrever que “o Brasil vive um dos mais dramáticos momentos de sua história” sem reconhecer que foi dela a maior parcela de responsabilidade por isso? 
Dilma fala de reformas que ao longo de sua temporada brasiliense nunca mostrou qualquer interesse em fazer. No balanço de gestão – se é que pode ser entendido assim –, diz inverdades contra o Congresso, tratando de bloqueios de pauta adotados pelo seu próprio partido e alega, sem lastro, que antecessores na presidência também pedalaram. Esquece, propositalmente, que foi de Fernando Henrique a concepção da Lei de Responsabilidade Fiscal. 
De uma maneira ou de outra, expedientes tardios já não adiantam mais. Não mudarão a seu favor um único voto. Ela segue os passos derradeiros de uma desastrosa passagem pelo Planalto. Arrependimentos estão fora de cogitação na sua cartilha. Ela chegou a culpar até o PT pelo pagamento ilegal do marqueteiro nas campanhas de 2010 e 2014. Nada fez, diz, mas acaba de entrar como investigada na Operação Lava Jato por obstrução de Justiça. 
Como ofensiva, na última trincheira, ainda vai repetir a dose de frágeis argumentos e platitudes em um testemunho presencial no Senado, nesta semana. Algo contraproducente. Para a esmagadora maioria dos brasileiros e pelo bem geral de todos, Dilma tem que ser página virada.

Autor: Carlos José Marques. Colunista da Rev. Isto É.

Flávia Saraiva, uma pequena grande atleta!

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TALENTO Flávia na final da ginástica olímpica por equipes no Rio.A trave é sua especialidade (Foto: Lars Baron/Getty Images)

As mãos de Flávia Saraiva impressionam. São grandes, fortes. Chamam a atenção quando se conversa com a menina de 16 anos, 1,33 metro de altura, 31 quilos e voz de criança, que virou uma espécie de mascote olímpico do país. Na primeira semana da Olimpíada, a cada vez que seu nome era anunciado na Arena Olímpica, onde acontecem as competições de ginástica artística, a plateia em uníssono gritava “Flavinha”. Em um esporte que privilegia os mais baixos – quanto mais perto do chão estiver o centro de gravidade do ginasta, mais fácil manter o equilíbrio nas piruetas –, ela é a menor entre as competidoras que no domingo disputaram a final da trave.

Mas não se engane com a aparente fragilidade da atleta que posta fotos nas redes sociais com românticas coroas de flores na cabeça ou cercada pelos bichinhos de pelúcia de sua coleção. Flávia não tem só mãos fortes. Também tem personalidade. Ao enfrentar um batalhão de jornalistas na terça-feira, dia 9, depois de o time feminino ficar em último lugar na final por equipes, respondeu com voz firme – e fininha – àqueles que perguntavam por que o desempenho de algumas ginastas tinha sido tão pior do que na fase classificatória. “Porque no esporte é assim. Um dia você vai muito bem e no outro não. É claro que queríamos sair daqui com medalha, mas não deu. E, em um trabalho de equipe, a responsabilidade é de todas. O que as pessoas têm de pensar é que ficamos entre as melhores do mundo.” A colocação repetiu a obtida em 2008, em Pequim, e foi melhor do que o resultado de 2012, quando o Brasil chegou em 12o lugar e ficou fora das finais.

Flávia nasceu em Três Rios, cidade do interior do Rio de Janeiro. Está no 3o ano do ensino médio e pensa em se tornar fisioterapeuta. É apaixonada pelos Minions, os personagens que surgiram na animação Meu malvado favorito e ganharam vida própria. Tão apaixonada que a mãe, Fabia, fez um chapéu usando um Minion de pelúcia, que vem usando para acompanhar as participações da filha na Olimpíada.

O caminho para os Jogos começou aos 8 anos, quando a menina que preocupava a mãe com a mania de dar cambalhotas e ficar pendurada em uma goiabeira no quintal de casa, em Paciência, um bairro de classe média baixa na Zona Oeste do Rio, foi parar em um projeto social da treinadora Georgette Vidor, coordenadora da equipe brasileira. Na escola de iniciação esportiva, a garota baixinha e magrinha chamou a atenção. No ano em que o Rio foi escolhido como cidade sede dos Jogos, em 2009, ela começou a ser preparada para disputar de igual para igual com os grandes nomes da ginástica artística.

Sua especialidade é a trave. A certeza de que Flavinha tinha condições de ganhar uma medalha nesse aparelho levou a comissão técnica a decidir poupá-la da disputa individual geral – aquela em que vence quem somar mais pontos depois de passar por todos os aparelhos. Em seu lugar entrou Jade Barbosa, que abandonou a disputa ao se machucar em uma queda na apresentação de solo. Na trave, a ginasta ficou com a quinta posição. Simone Biles ficou com o bronze.

“É claro que é ruim não ganhar”, diz. “Mas estou aproveitando para olhar tudo e aprender com elas (a equipe dos Estados Unidos)”. Aprender e tietar. Na etapa classificatória, em alguns momentos, com discrição, ela fotografava as rivais. “Elas são mitos, não posso perder essa chance”, diz.



19 de agosto de 2016

Taís Araújo homenageada pela Vogue!

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Taís Araújo foi pega de surpresa pela homenagem da edição americana da revista Vogue (Foto: Fabrizia Granatieri)

Eleita – merecidamente – pela edição americana da Vogue “a estrela mais estilosa e corajosa da TV brasileira”, Taís Araújo conta que foi pega de surpresa. “Acordei com várias pessoas me marcando em fotos nas redes sociais, chamando para a matéria. Quando fui ver, quase caí para trás. Ninguém me entrevistou, ninguém me perguntou nada, ou seja, foi coisa deles mesmos.

A matéria – a segunda mais compartilhada no site da revista em todo o mundo, perdendo apenas para um vídeo com a garota da capa da edição de setembro, Kendall Jenner – não apenas disseca e enaltece os looks mais emblemáticos de Taís, mas também celebra seu engajamento na luta contra o preconceito e o racismo. “Estou toda boba”, brinca ela. “Quem diria, do Méier para a Vogue América.”

Pois é, Tais, quem é rainha, nunca perde a majestade! Você tem valor e está sendo reconhecida internacionalmente. Parabéns, minha linda e talentosa estrela!


30 de julho de 2016

Ivete Sangalo dá uma grande lição sobre respeito e igualdade...

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Na última quarta-feira (27), Ivete Sangalo fez um discurso emocionante durante a entrevista de lançamento do novo DVD "Ivete Sangalo - Acústico em Trancoso".
Na coletiva, uma das perguntas se referia à responsabilidade de, como uma das celebridades mais influentes do Brasil, levantar a bandeira LGBT. A resposta foi uma grande lição sobre respeito e igualdade. 

"Eu sempre tive uma preocupação de não interferir nas decisões das pessoas sob um prisma meu. Sobre coisas das quais eu acredito e que em algum momento da minha vida eu possa mudar o conceito sobre isso. (...) Mas coisas que eu tenho a convicção de que são verdadeiramente honestas e eu jamais mudaria minha posição sobre elas, aí eu abro o bocão.
Diante de fatos, como a homofobia, isso é humanamente inadmissível. Não há nada que possa mudar, nada que possa vir, que possa transformar minha opinião sobre isso. Porque politicamente, hoje eu posso acreditar em algumas coisas dentro das minhas necessidades como cidadã, que é diferente da necessidade da grande maioria, por conta de oportunidades, estilo de vida que eu tenho, as opiniões, mas com relação a isso, que é algo que não vai mudar, você não respeitar o outro porque o outro é homossexual... O que o fato de alguém ser homossexual mudará na vida minha ou na sua? Fique atento, porque pode mudar sempre para melhor. [...]

"O mundo está do jeito que está porque as pessoas não se libertam para o amor. As pessoas se prenderam no ódio, no julgamento. Não existe opinião, existe julgamento. E a pior coisa do mundo é a gente não compreender que essa roda cai na gente. Em algum momento seremos julgados também. Isso só gera sofrimento, que gera ódio, que gera angústia, que gera essa quantidade de violência que a gente tem. Eu fico até rubra. Meu rosto fica quente quando falo disso. Por que eu acho isso de uma ignorância, de um retrocesso humano incrível. Em contrapartida, eu fico feliz de que nos tempos de hoje, a gente possa falar.
O gay não precisa ser ajudado não, ninguém quer ajuda não. As pessoas querem respeito. Você pode até não gostar, mas respeite para ser respeitado. Aí amigo, você vê como ia funcionar."

Vale lembrar a importância do debate. Em 2013, foram contabilizados 312 assassinatos, mortes e suicídios de gays, lésbicas, travestis e transexuais brasileiros, vítimas de homofobia e transfobia, de acordo com um levantamento realizado pelo Grupo Gay da Bahia (GGB). O documento inclui a morte de uma transexual brasileira no Reino Unido e um rapaz morto na Espanha. A média é de uma morte a cada 28 horas.
Para Ivete, discutir um assunto é uma arma poderosa de combate às injustiças."Quanto mais se fala sobre isso, mais a casca engrossa, mais defesa se tem, mais consciência se tem dentro da sociedade."

Autora: Isabella Marinelle (Rev. Cláudia)


Sexalescentes ou… Sexygenários?

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Se estivermos atentos, podemos notar que está a aparecer uma nova classe social: a das pessoas que andam à volta dos sessenta anos de idade. Os sexalescentes: é a geração que rejeita a palavra “sexagenário”, porque simplesmente não está nos seus planos deixar-se envelhecer.
Trata-se de uma verdadeira novidade demográfica – parecida com a que, em meados do século 20, se deu com a consciência da idade da adolescência, que deu identidade a uma massa de jovens oprimidos em corpos desenvolvidos, que até então não sabiam onde meter-se nem como vestir-se.
Este novo grupo humano que hoje ronda os sessenta teve uma vida razoavelmente satisfatória. São homens e mulheres independentes que trabalham há muitos anos e que conseguiram mudar o significado tétrico que tantos autores deram durante décadas ao conceito de trabalho. Que procuraram e encontraram há muito a atividade de que mais gostavam e que com ela ganharam a vida.
Talvez seja por isso que se sentem realizados… Alguns nem sonham em aposentar-se. E os que já o fizeram gozam plenamente cada dia sem medo do ócio ou da solidão, crescem por dentro quer num, quer na outra. Desfrutam a situação, porque depois de anos de trabalho, criação dos filhos,
preocupações, fracassos e sucessos, sabem bem olhar para o mar sem pensar em
mais nada, ou seguir o vôo de um pássaro da janela de um 5.º andar…
Neste universo de pessoas saudáveis, curiosas e ativas, a mulher tem um papel destacado. Traz décadas de experiência de fazer a sua vontade, quando as suas mães só podiam obedecer, e de ocupar lugares na sociedade que as suas mães nem tinham sonhado ocupar.
Por exemplo, não são pessoas que estejam paradas no tempo: a geração dos “sessenta”, homens e mulheres, lida com o computador como se o tivesse feito toda a vida. Escrevem aos filhos que estão longe (e vêem-se), e até se esquecem do velho telefone para contatar os amigos – mandam e-mails com as suas notícias, ideias e vivências.
De uma maneira geral estão satisfeitos com o seu estado civil e quando não estão, não se conformam e procuram mudá-lo.
Raramente se desfazem em prantos sentimentais.
Ao contrário dos jovens, os sexalescentes conhecem e pesam todos os riscos. Ninguém se põe a chorar quando perde: apenas reflete, toma nota, e parte para outra…
Os maiores partilham a devoção pela juventude e as suas formas superlativas, quase insolentes de beleza; mas não se sentem em retirada.
Competem de outra forma, cultivam o seu próprio estilo…
Os homens não invejam a aparência das jovens estrelas do esporte.
Nem as mulheres sonham em ter as formas perfeitas de um modelo.
Em vez disso, conhecem a importância de um olhar cúmplice, de uma frase
inteligente ou de um sorriso iluminado pela experiência.
Hoje, as pessoas na década dos sessenta, como tem sido seu costume ao longo da sua vida, estão a estrear uma idade que não tem nome.
Antes seriam velhos e agora já não o são.
Hoje estão de boa saúde, física e mental, recordam a juventude mas sem nostalgias tolas, porque a juventude ela própria também está cheia de nostalgias e de problemas.
Celebram o sol em cada manhã e sorriem para si próprios…
Talvez por alguma secreta razão que só sabem e saberão os que chegam aos 60
no século 21…

Autora: Por Tita Teixeira

21 de julho de 2016

Esta sim é uma cantora que vale a pena...

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Nem só de Anitas, Valessas Popozudas e outras cantorazinhas funkeiras vive a música brasileira. Felizmente ainda há cantoras maravilhosas, talentosas e de qualidade indiscutível que brilham dentro e fora do país. É o caso da soprano brasileira Nádia Figueiredo que canta e encanta fazendo dupla com o tenor Plácido Domingo Jr. Os dois formam uma promissora parceria profissional. Eles gravaram juntos o clipe da canção “The way you look tonight”, feito em diferentes etapas. Primeiro o filho do famoso tenor Plácido Domingo gravou suas imagens na Itália, nos estúdios do canal RAI, e Nádia gravou sua parte aqui no Brasil, onde também foi realizada a edição, o tratamento de cor e a finalização.

“Uma grande parte do meu trabalho é voltada para o exterior. Por isso, tenho muitos contatos com músicos, maestros, cantores e instrumentistas em todo o mundo. Eu precisava de um tenor ou barítono e, como sempre admirei o trabalho do Plácido Domingo Jr., que tem uma voz lindíssima, fiz o convite para ele gravar, em italiano. Ele adorou a ideia e topou na hora. Dessa vez, a escolha de ‘The way you look tonight’ foi porque ele me disse que essa era sua canção preferida”, explica Nádia sobre sua segunda parceria com o músico mexicano.

Plácido Domingo Jr. virá pela primeira vez ao Brasil em maio de 2017, para turnê que passará por Rio de Janeiro, São Paulo e Belo Horizonte (Foto: Manuela Giusto)



14 de julho de 2016

Xuxa encontrou a galinha dos ovos de ouro!

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Que Xuxa vai de mal a pior aos olhos da direção da Record, com seu programeto sem graça e suas inconveniências verbais, isto não é novidade, da mesma forma que se sabe que a audiência do mesmo perde feio até para o programa super brega de Ratinho e que seu contrato não será renovado no fim do ano em curso.. 

Para não ficar com o ego machucado e a auto estima espatifada devido ao seu fracasso, a loura anunciou em uma entrevista recente que ela deixará o programa Xuxa Menenguel para promover um novo produto para emagrecer (GojiLife) que foi aprovado recentemente pela ANVISA. Ai,Jesus! Que historinha mais estapafúrdia! Este produto já está à venda na Net, em revistas e escambau! É a coisa mais manjada da praça!

Aos 53 anos, a criatura ainda não amadureceu, ainda acredita em Papai Noel... Segundo disse, ela investiu 12 milhões de dólares do próprio capital (Ual! Como a muié e rica!) neste produto GojiLife enganação, que como ela e todas as vendedoras do produto afirmam, faz milagres com as banhas das gorduchas crédulas: "Não consegui acreditar como foi fácil. Eu não mudei nada na minha alimentação nem na minha rotina diária, mas a gordura derreteu que nem manteiga. Que milagre, né mesmo? Eu adoro esse negócio! Finalmente, uma dieta que simplesmente funciona. Um produto que eu posso comprovar e no qual posso investir meu próprio dinheiro", e enganas as otárias que jamais vão achar que estão sendo levadas por um engodo pela loura famosa. Ana Maria Braga também ganha com essa enganação... 

Xuxa não é a única celebridade que teve os mesmos resultados após usar esta maravilha para emagrecer. Ana Maria Braga, Kim Kardashian e Jennifer Lopez disseram ter perdido uma quantidade considerável de gordura e agora estão investindo na nova empresa da Xuxa. É o que ela diz e eu juro que acreditoooo! 

Que coisa feia! Não me causa espanto, porque se enquadra perfeitamente na cultura da enganação, do ganho fácil imperante no Brasil. Qual é a mulherzinha pobre que vai duvidar do que Xuxa afirma? Do que Ana Maria Braga diz, ambas exibindo seus corpitos magros a custa de dietas espartanas e muita academia? Que enganação pérfida! 

Segundo essas duas espertalhonas, o milagroso remédio, que custa quase trezentos reais o frasco, se for tomado uma vez ao dia, ele é capaz de derreter até 3,5 kg de gordura a cada 7 dias e eliminar todas as toxinas do corpo. E o melhor de tudo é que o produto é totalmente acessível! Por isso, a Xuxa conseguiu para os nossos leitores um desconto especial. Vai vendo a manha da loura... Isto é uma vergonha!