3 de setembro de 2017

Professora agredida com socos por um aluno...

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O sangue que escorria de uma abertura do supercílio manchava o rosto de Marcia Friggi, de 51 anos. Do olho esquerdo brotavam lágrimas já que o direito, atingido por um soco, estava tão inchado que a professora de língua portuguesa e literatura de Indaial, em Santa Catarina, mal conseguia abri-lo. Era o primeiro dia de aula de Friggi para aquela turma. E também o primeiro dia do aluno agressor ali.
Os ferimentos físicos, causados por um aluno de 15 anos e documentados em foto, impressionam. Mas as agressões à professora não se encerraram aí. A exposição do caso nas redes sociais de Friggi desencadeou uma nova onda de ataques contra ela, conforme relatou a professora à BBC Brasil:
"Estou estarrecida. Certas pessoas estão escrevendo que eu merecia isso, por meu posicionamento político de esquerda, de feminista. Já atingiram o meu olho, mas não vão me calar. Na sala de aula é uma coisa, mas nas redes sociais tenho todo o direito de me expressar", afirmou a professora, que se desdobra em dois empregos, nas redes municipal e estadual, para sustentar a família.
Com a voz embargada, Friggi definiu sua condição:
"Exerço uma das profissões mais dignas do mundo, com um salário miserável".
A escola onde Friggi foi agredida, na qual leciona há quatro anos, dedica-se ao ensino de jovens e adultos.
"Somos agredidos verbalmente de forma cotidiana. Fomos [os professores] relegados ao abandono de muitos governos e da sociedade. Somos reféns de alunos e de famílias que há muito não conseguem educar. Esta é a geração de cristal: de quem não se pode cobrar nada, que não tem noção de nada", lamenta.
Conforme relatou em uma postagem no Facebook, já compartilhada mais de 321 mil vezes, Friggi foi agredida por um estudante durante a aula.
Ao pedir que o aluno colocasse um livro que estava entre as pernas sobre a mesa, a professora conta que foi xingada. Depois, o aluno jogou o livro em sua direção.
Ao encaminhar o jovem para a direção escolar, Friggi acabou alvo de socos e agressões.
"Ele, um menino forte de 15 anos, começou a me agredir. Foi muito rápido, não tive tempo ou possibilidade de defesa. O último soco me jogou na parede", escreveu a professora.
À BBC Brasil, a delegacia da Polícia Civil de Indaial confirmou ter registrado a ocorrência ainda na manhã da última segunda-feira. Por ser menor de idade, o adolescente teve a atitude anotada em um ato infracional por lesão corporal e deve ser levado a depor ainda esta semana.
Em 2016, o mesmo jovem já havia sido denunciado por lesão corporal contra a própria mãe e, em 2017, por ameaça contra um Conselheiro Tutelar, que acompanha o desenvolvimento do rapaz. Na ocasião, o jovem havia afirmado que daria um soco no rosto do profissional, tal como acabou fazendo com Friggi.
O adolescente continua regularmente matriculado na escola. A Prefeitura de Indaial informou que a Secretaria Municipal de Educação e o Juizado de Infância e Adolescência vão avaliar como proceder.
Junto com manifestações de solidariedade, a professora foi alvo de uma enxurrada de mensagens de ódio de pessoas que a culparam pelo incidente. Os internautas acusaram-na de ter feito comentários elogiosos à uma ovada desferida contra o deputado federal Jair Bolsonaro.
Nos comentários, ela leu que "apanhou pouco" e que "se a senhora e vários outros professores se preocupassem em ensinar ao invés de imbecilizar os alunos, cenas como essa não existiriam nas escolas. Você é cupada por incentivar o desrespeito, a falta de educação, o vitimismo e o coitadismo".
Em resposta, a professora fechou suas páginas nas redes sociais para comentários. Antes disso, no entanto, afirmou em uma mensagem: "dilacerada ainda, mas em paz".
Image caption"Somos reféns de alunos e de famílias que há muito não conseguem educar", diz professora
A situação vivida por Friggi nesta segunda-feira é, segundo dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), uma experiência vivida por muitos professores brasileiros. Uma pesquisa de 2014, feita em 34 países, revelou que 12,5% dos educadores brasileiros disseram sofrer agressões verbais ou intimidações de alunos ao menos uma vez por semana. A média entre todos os países foi de 3,4%.
"Estou dilacerada por ter sido agredida fisicamente. Estou dilacerada por saber que não sou a única, talvez não seja a última. Estou dilacerada por já ter sofrido agressão verbal, por ver meus colegas sofrerem", desabafou Friggi.
Além da falta de segurança para exercer a profissão, professores brasileiros são comprovadamente mal-remunerados. Outro levantamento da OCDE, de 2016, mostrou que os docentes dos ensinos fundamental e médio do país recebem menos da metade do que a média dos profissionais da educação dos 35 países membros da organização.

24 de agosto de 2017

Miss Brasil, uma linda jovem piauiense...

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A Região Nordeste está em festa! A piauiense Monalysa Alcântara desbancou outras 26 beldades e foi eleita a Miss Brasil 2017, na madrugada deste domingo (20).
Apresentado por Cássio Reis, o concurso foi realizado em Ilhabela, no litoral de São Paulo. Monalysa terá a oportunidade de representar o país no Miss Universo e, na fase de perguntas e respostas da competição, destacou qual será a sua estratégia para representar a beleza brasileira internacionalmente: "Minha super estratégia será ser eu mesma: uma mulher nordestina, que passou por diversas coisas, muitas dores, que me fizeram ser quem eu sou hoje. Vou ser eu mesma. Não tem segredo".
Monalysa, que revelou que não se reconhecia como negra na infância, pretende ainda ajudar a mulher negra a valorizar a própria beleza."Através da minha história, vou ajudar as mulheres negras a se acharem mais bonitas e mostrar que elas são capazes de seguirem seus próprios sonhos, assim como eu segui o meu", disse ela.
Em segundo lugar, ficou a Miss Rio Grande do Sul, Juliana Mueller. 
O terceiro lugar ficou com a Miss Espírito Santo, Stephany Pim. Não entendi porque a Miss Rio Grande do Norte não ficou , pelo menos, no terceiro lugar. A moça era das mais bonitas.
O concurso foi muito sem glamour. Os trajes de banho eram feios, os vestidos cafonas e pobres. Mal organizado, sem graça e sem um pingo de bom gosto.

 Fonte: http://www.ofuxico.com.br/noticias-sobre-famosos/


14 de agosto de 2017

Grazzi Massafera a bem sucedida atriz da Globo

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A bela Grazi Massafera é o destaque da revista Claudia, deste mês. Na edição, a atriz relembra de sua primeira aparição na TV e ainda fala de sua atual fase.
Já se passaram 12 anos desde que Grazi Massafera entrou no BBB, ficou famosa e saiu com R$ 50 mil na mão pelo segundo lugar. 
Atualmente, a ex-manicure e ex-Miss MG é adorada pelo público e respeitada pela crítica. “No início da carreira, encontrei um ambiente hostil. Por ser uma ex-BBB, alguns grandes nomes da televisão se recusavam a contracenar comigo. Teve ator que preferiu interpretar falas olhando para a parede. 
Uma vez, o diretor precisou que eu gravasse sozinha no estúdio. Era cena de choro e eu desabei em lágrimas. A câmera estava fechada em mim. O resultado ficou ótimo!”, relembra.
Até a mãe de Sofia, fruto da união com o ator Cauã Reymond, conquistar seu espaço foram nove anos. “Também armavam situações. Uma maquiagem sumiu do camarim e apareceu como mágica na minha bolsa. Deixaram umas coisas de feitiçaria no meu carro. 
Não teve estímulo melhor; em vez de desistir, fiquei tentada a fazer a carreira dar certo. Confesso: demorei a encontrar motivação. Nos primeiros tempos, não tinha prazer no que vivia, estava ali para sustentar a família. O amadurecimento só aconteceu em "Verdades Secretas", conta.
No bate-papo, a atriz confidenciou que vende suas roupas usadas. "Adquiro roupas de maneira consciente e, a cada ano, repasso para a família 95% delas. Os outros 5% revendo discretamente em sites de e-commerce, sem dizer que sou eu. Deve ter gente circulando por aí com bolsa que foi minha sem nem imaginar”, explica.
Há um ano, Grazi reencontrou o amor e namora o advogado carioca Patrick Bulus, 29 anos. "Meço muito as palavras quando me perguntam sobre ele. Pela primeira vez estou com uma pessoa que não é pública. A gente passeia no fim de semana na Serra Fluminense, pedala... Se tiver sexo todo dia, ótimo. Não é regra nem obrigação, mas, quando tenho desejo pela pessoa, rola até muito cansada”, conta.
 Sobre casamento, Grazi é direta. “Eu sinto vontade de casar de novo, mas sem muito alarde. Talvez faça isso longe de todos. Não sou de festa, nem mesmo no meu aniversário”.
Crédito: Divulgação/Paschoal Rodriguez - http://www.ofuxico.com.br/noticias

5 de agosto de 2017

Tatuagem de sobrancelhas: veja o perigo!

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O que era para ser um procedimento estético relativamente simples acabou em trauma.
A maquiadora Amanda Coats, de 43 anos, submeteu-se, no fim de junho, a tatuagem de sobrancelhas em Melbourne (Austrália), onde mora, a fim de deixar a área acima dos olhos mais preenchida.
Foi o início do pesadelo. A pele da região tatuada ficou absurdamente vermelha, inchada e dolorida. Uma infecção fez com que a australiana gastasse mais de R$ 4 mil com despesa médica.

A primeira reação após a tatuagem: ainda iria piorar | Reprodução/Facebook(Amanda Coats


Amanda Coats e o seu pesadelo | Reprodução/Facebook(Amanda Coats
"Nunca tinha feito esse procedimento antes, então não sabia o que esperar. No dia seguinte, acordei e vi minha pele caída no travesseiro. Por causa da dor intensa, fui imediatamente ao médico", contou Amanda, de acordo com o "Daily Mail".
"Sentia como se houvesse algo comendo a minha pele. A dor era muito forte. Sei que reações podem ocorrer, mas aquilo não era uma reação, era uma infecção", acrescentou ela.
A clínica vai reembolsar a quantia gasta por Amanda. Mas esta é a menor preocupação dela. A australiana teme ficar com cicatrizes, visíveis por muitos anos, na região das sobrancelhas. "Traumatizada e humilhada", ela não consegue mais sair de casa.
A australiana, que tem três filhos, decidiu expor publicamente a sua história como um alerta a outras mulheres que estejam pensando em adotar o procedimento estético e não conhecem os riscos.
"Pesquise sobre o procedimento e sobre quem vai fazê-lo", declarou.

POR FERNANDO MOREIRA

4 de agosto de 2017

Assassino de Elisa Samúdio vira professor de crianças...

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O goleiro e assassino Bruno Fernandes recebeu autorização para dar aulas de futebol à crianças e adolescentes. As aulas acontecerão em um Núcleo de Capacitação Para a Paz, em Varginha (MG).
O objetivo é a inclusão e ressocialização de presos. Ok, Bonito. Mas tem que ser com crianças e adolescentes? Impossível que ninguém da justiça, do Ministério Público, veja o perigo que essa situação.
Crianças e adolescentes são seres pequenos em construção ainda. Precisam de bons exemplos para se identificar. Bons modelos. De preferência, pessoas de bem. Não um assassino frio e cruel. Não um homem que nunca deu à mãe da mulher que ele matou o alívio de enterrar sua filha.
Nunca, em todo esse tempo, se ouviu uma declaração dessa pessoa que tenha sido de verdadeiro arrependimento. Nunca. Não há culpa. Não há empatia pela dor causada. Não há remorsos. Essa pessoa se recuperou? Fala sério.
Bruno pode ser um grande goleiro. Mas não é uma grande pessoa. Muito menos um exemplo para crianças e adolescentes. Colocar esse senhor em contato com esses meninos é banalizar a morte e a violência. É desse molde que queremos nossos homens do amanhã? Deus me livre!
Imagine os danos à moral e à ética essa convivência não pode causar às crianças? O assassino vira O legal. O ídolo. Posso matar também. Pronto. Está feito o estrago.
É para trabalhar? Ele tem mais é que trabalhar mesmo. Coloque ele para limpar banheiro. Lavar chão e panelas na cozinha. Capinar. Trabalhar com crianças, não!
As crianças do NUCAP são filhos de condenados e egressos da prisão. Ninguém é filho de santo ali. Muitos são os motivos que levam uma pessoa à prisão. Muitos são os erros. O pior de todos são os friamente premeditados.
Bruno premeditou. Sequestrou a ex-namorada e o próprio filho. Torturou. Sumiu com o corpo. Tirou a filha de uma mãe. A mãe do próprio filho. Vai ser técnico? Pessoa próxima e admirada por sessenta crianças? Vem meteoro! Parem o mundo que eu quero descer.
Eu tinha grande interesse em saber se a pessoa que teve essa brilhante ideia deixaria seus filhos em contato com Bruno. Você deixaria seu filho ser aluno do goleiro e assassino Bruno? O meu eu não deixava. A última pessoa com quem ele brincou de pique esconde não apareceu até hoje.
Mônica é carioca, professora e psicóloga clínica. Especialista em atendimento a crianças, adolescentes, adultos, casais e famílias.

Escreva contando sua história. Mande sua sugestão para elbayehmonic@yahoo.com.br