17 de julho de 2009

Fran levantou-se, sacudiu a poeira e deu a volta por cima!

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Enquanto Max precipitou-se e dar notícias sobre o rompimento com Francine, usando palavras duras, algumas injustas e revelando detalhes que ómente a eles interessam, enquanto ele maximizou na vitimização e nas acusações à ela, enquanto a mãe do ex-Benhê dava entrevistas para revistas detonando a ex-nora, deselegantemente, Francine assumia uma atitude discreta, digna, elegante e adulta: SILENCIAVA!


O silêncio é a resposta mais eloqüente nestes casos polêmicos, que podem ter conseqüências desastrosas, se não forem enfretados com prudência. Uma palavra impensada, uma acusação exagerada podem se transformar numa bola de neve de mexericos e fofoquinhas de imprensa marrom. E mais, logo os urubus, hienas, notadamente ex-bbs despeitados e rasteiros começaram a aparecer para tirar proveito da situação e aparecerem numa notinha de revista ou de sites de atualidades, como fizeram as vulgares e sem classe Priscila e Maíra, acompanhadas pelo coro de outros do mesmo naipe de amigos da baixaria.


Se eu já gostava de Francine, depois da atitude decente dela, recusando-se a falar sobre Max e sobre o fim do namoro, passei a gostar mais ainda. Admiro esta mulher. Ah! Como admiro e respeito Francine Piaia e, também a sua discreta mãe que não seguiu o lastimável e execrável exemplo da mãe do campeão do BBB9.


Estava ansiosa por notícias de Francine. Ontem, finalmente soube que está triste, sofrida, mas forte: conseguiu levantar-se, sacudir a poeira e dar a volta por cima. Leiam o que encontrei no site da Globo:

“Francine, ex-namorada de Max, vencedor do "Big Brother 9", está mesmo disposta a não falar sobre o fim do namoro. Veja esta: para cortar e pintar o cabelo longe de perguntas indiscretas sobre a separação, Fran pediu para que o salão Werner de Copacabana fosse fechado só para atendê-la. Pedido feito, pedido aceito. Até porque, a moça é muito querida pelos funcionários do salão. Veja como está o novo visual da ex de Max, que voltou a ser morena e aderiu à franjinha.
Apesar do sorriso na foto, Fran anda bastante cabisbaixa. Durante a mudança de visual, ela - que é sempre expansiva - pouco falou e não fez nenhuma brincadeira com os funcionários do local. Neste sábado, Francine participará do programa do locutor Tino Junior, na sede da rádio Beat 98, na Glória. Mas a condição para a ex-sister ir ao programa foi não falar sobre o rompimento. Ela topa conversar sobre qualquer assunto, menos Max!

Muito bem, Francine Piaia! Mesmo triste você está sabendo levantar, sacodir a poeira e dar a volta por cima, como nos ensina a canção. Manter o silêncio num momento de crise como o que está vivendo Francine, é um ato de sabedoria e de amadurecimento. Ainda mais que, ao contrário do que Max pensa, uma relação nunca acaba por culpa apenas de uma das partes, não tem essa de vítima e algoz, de bonzinho e megera. A relação acabou por culpa e responsabilidade dos dois. Teria sido uma atitude mais elegante, adulta e delicada de Max, se ele apenas comunicasse o fim do namoro, em comum acordo, sem adiantar motivos, sem apresentar-se como vítima, como o cordeiro que se deixava imolar, em nome do amor e da harmonia.

Não me surpreendeu o término do namoro de Max e Francine. Desde o desfecho lastimável do romance de Íris e Diego Alemão, da forma grosseira e súbita como ocorreu, com declarações descabidas por parte dele, passei a ver com desconfiança namoros de BBB, especialmente quando o protagonista é um campeão, jovem, bonitão. No caso do ex-casal delicinha as possibilidades de não dar certo eram grandes, em razão das enormes diferenças entre eles.

O que me surpreendeu, o que me chocou e me deixou perplexa foi a forma como ocorreu o desenlace, foram as palavras proferidas por Max, foi o tom de vitimização e de censura que imprimiu ao seu relato, lançando nos ombros de Francine toda a culpa pelo fracasso da relação.
Francine já sabe, Max ainda não aprendeu que não devemos deixar a boca falar, quando o emocional está tumultuado, o coração inquieto e a cabeça fervendo. Esta é a única forma que conheço de não dizermos palavras ofensivas, injustas, inconvenientes e grosseiras, ofendendo, magoando e tornando irreversível o fato consumado. Infelizmente, as palavras, uma vez proferidas, não poder ser recolhidas, apagadas da mente das pessoas. E que poder destrutivo elas podem ter!

Confesso que cheguei a acreditar que o romance dos ex-casal delicinha não seria eterno, mas teria vida longa, tendo em vista a maneira como eles se mostravam em público. No Fantástico, do dia dos namorados, Max teceu louvores e fez mimos de apaixonado para Francine e vice-versa. Isto faz mais ou menos um mês. Que conclusão tirar desse fato? Eu já tenho a minha opinião formada, mas prefiro silenciá-la.

Se acreditei no amor e na felicidade deles foi porque passaram os elementos que alimentavam a minha crença. Como posso então aceitar que há muito tempo as coisas estavam mal entre eles? Então nunca existiu o amor que apregoavam. Se o amor fosse forte e verdadeiro, o rompimento não teria ocorrido: ela domaria o ciúme, ele procuraria compreendê-la, porque ambos desejavam ficar juntos.

Sei que, nas relações humanas, facilmente nos colocamos diante do irredutível, do irremediável. Mas sei, também, que um grande amor harmoniza e equilibra todas as diferenças e idiossincrasias. Sempre que abordo esse tema, lembro das palavras que Gide pôs na boca de uma sua personagem: “É porque és diferente de mim que eu te amo, não amo em ti senão o que difere de mim”. Linguagem de romance, diria alguns. Linguagem humana, autenticamente humana, se queremos entender a essência do homem e a psicologia do amor, em que dois trazem à pobreza de cada um, a riqueza do seu próprio ser, único, misterioso e insubstituível.

É verdade que somos radicalmente incompletos, e é o amor que, trazendo o Outro para junto de nós, enche, nos limites de sua contingência e relatividade, os vazios e as feridas da nossa incompletude. Amor não é “tesão”, não é “paixão”, amor é uma força que deve ligar o homem e a mulher por todas as pontas do ser e com laços indestramáveis. Amar é, antes de tudo, olharem ambos na mesma direção.

Sem isso, sem essa profunda reciprocidade na ordem da inteligência e na ordem do coração, o amor não passa de um divertimento, de uma autêntica caricatura. Casar-se ou simplesmente juntarem os trapos sem saber o que é, realmente, amar é como andar de olhos fechados sobre o abismo, se já não fosse banalizar e prostituir o amor. Portanto, me indago sobre o que sentiam Max e Fran um pelo outro. Como uma pessoa que ama é capaz de escrever palavras tão duras transferindo a toda a responsabilidade pelo fim do namoro para Francine?

Não vou tomar partido, gosto muito dos dois, sempre fui MAXINE, independentemente deles ficarem juntos ou não. Elegi-os na casa como meus preferidos e assim continuarão. Todavia, dou-me o direito de não aprovar as declarações de Max, retratando-se como a vítima de uma Francine impiedosa, dura e fria. Mas não vou analisar o que ele escreveu na infeliz NOTA. Prefiro guardar deste fim de namoro a lembrança forte do SILÊNCIO de Francine. Calada, ela consegue ser muito mais eloqüente que a longa nota de Max. Max, meu querido Max, estou triste com você. Sair de uma relação sem esmagar a auto estima e a imagem do Outro é uma atitude bela, nobre, digna e humaníssima. Alemão não soube sair com grandeza, leveza e bondade da relação com Íris, e você, Max? Como você julga a nota que escreveu?

Transcrevo abaixo a NOTA que Max soltou no blog e revista QUEM. Cada um a leia e tire as suas próprias conclusões.

"É a primeira e única vez que falarei sobre isso. Eu e Fran não estamos mais juntos! Tivemos mais um desentendimento no final de semana passado, lá no Festival de Brasília. Os motivos? O de sempre. Os mesmos que vocês puderam acompanhar lá na casa", explicou ele.
"Quem me conhece sabe bem o que eu passei com relação a isso. Prometi para mim mesmo em junho do ano passado que nunca mais passaria por isso. Mas o mundo dá voltas e mais uma vez tentei. Me vi mais uma vez também vivenciando e ouvindo coisas que me ofendem demais", completou.
"Nesses seis meses, eu fiz tudo o que estava ao meu alcance para manter uma relação saudável e tranqüila, dando tempo e espaço para que as coisas se ajeitassem", disse.
"Após o ocorrido na semana passada, ainda me permiti uma semana para refletir e ponderar sobre tudo isso, e cheguei à conclusão que é remediar o irremediável. Parei para pensar o que será da minha vida hoje em diante. O que vivemos pertence a nós. Fomos muito felizes, ponto!", completou.
"Uma coisa que aprendi na vida é que relacionamentos não são feitos só de amor e paixão, existem outros elementos tão fundamentais quanto. Só eu sei o quanto é difícil tudo isso, e agora será ainda mais. Sempre quiseram me transformar em vilão, não será diferente agora, mas tenho minha consciência tranqüila. Aqueles que estiveram ao meu lado continuam aqui, e é isso que me dá forças para seguir adiante... força e coragem", ponderou.
"A decisão foi de comum acordo, sem brigas. Somos adultos e inteligentes. Sempre houve respeito, fidelidade e lealdade de ambas as partes", ressaltou.
"Para a galera do lado negro da força, vai o recado: podem estourar as champagnes e comemorar. Aos fãs que tanto nos apoiaram e torceram, fica o meu obrigado".

Aproveitando a onda desta NOTA, ou urubus de plantão soltaram o veneno que transborda das suas almas invejosas e perversas: A mãe de Max perdeu uma excelente oportunidade de ficar calada, não denegrindo a imagem de Francine. Mas preferiu dar entrevista para a revista QUEM e detonar a ex-nora. Que diferença da atitude digna, respeitosa e discreta da mãe de Francine.
Priscilão soltou a língua viperina de falsa amiga, fazendo coro com a vulgaríssima Maíra. As duas se merecem, são cartas do mesmo baralho ao qual pertence Flávio, Anna Carolina, Léo e Naiá. Desejo à Francine e a Max toda a felicidade que merecem, todo o sucesso e muitas realizações em suas vidas. Espero que se mantenham separados. Depois da nota de Max, não vejo como possa haver caminho de volta.
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