26 de setembro de 2017

Xuxa Menenguel mais uma vez dando vexame

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Xuxa esqueceu de fazer barba e bigodes. A maquilage não encobriu os pelos e ficou estranho!
 Xuxa Meneghel deixou Lexa constrangida após expor um momento inusitado ocorrido entre a funkeira e o bailarino Lucas Teodoro durante os ensaios do "Dancing Brasil", reality show musical da Record no qual os dois estavam competindo juntos. 
"Ah, eu preciso falar uma coisa que eles não podem botar no ar, mas a gente pode falar no teu programa [do Porchat]. É sobre a Lexa. A gente tem até esse vídeo", iniciou Xuxa, sem titubear. 
Segundo a apresentadora, Lexa e o bailarino estariam ensaiando a coreografia bem coladinhos quando, de repente, a cantora interrompeu a dança e avisou ao colega. "Senti o seu pinto", narrou Xuxa, sob gargalhadas. 

Lexa já havia pedido para que Xuxa não contasse o episódio, mas teve o seu apelo completamente ignorado. A funkeira --que já tem casamento marcado com MC Guimê para maio do ano que vem-- demonstrou um certo constrangimento após a revelação da cena em rede nacional 
Bastante afiada, Xuxa Meneghel também elogiou a humildade do campeão Yudi Tamashiro e mandou indiretas após a final de "Dancing Brasil", da Record, nesta segunda-feira (26). 
"Yudi não é aquele tipo de cara que diz 'eu sou bem, eu sou o melhor'. Não, [o sucesso] não subiu à cabeça. Ao contrário de outras pessoas que eu vi que ganharam e que saíram falando um monte de coisa...", disse ela. 
Questionada sobre nomes, Xuxa respondeu na 'lata'. "Eu tenho 30 anos [de carreira]. Já vi muita gente [fazendo isso]. Não preciso dar nomes", retrucou. 
Nas redes sociais, intenautas especularam dizendo que o "recado" teria sido enviado a Maytê Piragibe, campeã da primeira edição do "Dancing Brasil". As duas se "estranharam" depois que a apresentadora entregou um suposto relacionamento entre a atriz e o bailarino Paulo Victor, com quem dançou no programa. 

Xuxa Menenguel é muito inconveniente, imatura e tolinha. Já havia sido inconveniente e desrespeitosa com Maytê Piragibe, com quem voltou a ser grosseira, e agora fez Lexa passar por constrangimento...Fofoqueira e língua solta. Quem tem .amiga igual essa nem precisa d inimiga. 
Evidencia-se pela razoável audiência que virão novas temporadas, marcantes de um crescendo contínuo, desde que a Xuxa seja afastada dando lugar a alguém criativo e inteligente que trate as eliminações como algo normal, resultante do regulamento, e não da forma que as trata como se o eliminado estivesse sendo alijado definitivamente de quaisquer possibilidades futuras. O telespectador fica constrangido, tal como o participante, e o programa passa a transmitir momentos de "baixo astral" induzindo a imediata "troca de canal". Além do mais todos ficam pasmos com suas desastrosas intervenções . 
Depois fica se queixando que a audiência não atende às expectativas de emissora. Claro! É dose aturar uma mulher cinquentenária comportando-se como uma adolescente bobinha e sem noção de respeito e conveniência.

3 de setembro de 2017

Professora agredida com socos por um aluno...

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O sangue que escorria de uma abertura do supercílio manchava o rosto de Marcia Friggi, de 51 anos. Do olho esquerdo brotavam lágrimas já que o direito, atingido por um soco, estava tão inchado que a professora de língua portuguesa e literatura de Indaial, em Santa Catarina, mal conseguia abri-lo. Era o primeiro dia de aula de Friggi para aquela turma. E também o primeiro dia do aluno agressor ali.
Os ferimentos físicos, causados por um aluno de 15 anos e documentados em foto, impressionam. Mas as agressões à professora não se encerraram aí. A exposição do caso nas redes sociais de Friggi desencadeou uma nova onda de ataques contra ela, conforme relatou a professora à BBC Brasil:
"Estou estarrecida. Certas pessoas estão escrevendo que eu merecia isso, por meu posicionamento político de esquerda, de feminista. Já atingiram o meu olho, mas não vão me calar. Na sala de aula é uma coisa, mas nas redes sociais tenho todo o direito de me expressar", afirmou a professora, que se desdobra em dois empregos, nas redes municipal e estadual, para sustentar a família.
Com a voz embargada, Friggi definiu sua condição:
"Exerço uma das profissões mais dignas do mundo, com um salário miserável".
A escola onde Friggi foi agredida, na qual leciona há quatro anos, dedica-se ao ensino de jovens e adultos.
"Somos agredidos verbalmente de forma cotidiana. Fomos [os professores] relegados ao abandono de muitos governos e da sociedade. Somos reféns de alunos e de famílias que há muito não conseguem educar. Esta é a geração de cristal: de quem não se pode cobrar nada, que não tem noção de nada", lamenta.
Conforme relatou em uma postagem no Facebook, já compartilhada mais de 321 mil vezes, Friggi foi agredida por um estudante durante a aula.
Ao pedir que o aluno colocasse um livro que estava entre as pernas sobre a mesa, a professora conta que foi xingada. Depois, o aluno jogou o livro em sua direção.
Ao encaminhar o jovem para a direção escolar, Friggi acabou alvo de socos e agressões.
"Ele, um menino forte de 15 anos, começou a me agredir. Foi muito rápido, não tive tempo ou possibilidade de defesa. O último soco me jogou na parede", escreveu a professora.
À BBC Brasil, a delegacia da Polícia Civil de Indaial confirmou ter registrado a ocorrência ainda na manhã da última segunda-feira. Por ser menor de idade, o adolescente teve a atitude anotada em um ato infracional por lesão corporal e deve ser levado a depor ainda esta semana.
Em 2016, o mesmo jovem já havia sido denunciado por lesão corporal contra a própria mãe e, em 2017, por ameaça contra um Conselheiro Tutelar, que acompanha o desenvolvimento do rapaz. Na ocasião, o jovem havia afirmado que daria um soco no rosto do profissional, tal como acabou fazendo com Friggi.
O adolescente continua regularmente matriculado na escola. A Prefeitura de Indaial informou que a Secretaria Municipal de Educação e o Juizado de Infância e Adolescência vão avaliar como proceder.
Junto com manifestações de solidariedade, a professora foi alvo de uma enxurrada de mensagens de ódio de pessoas que a culparam pelo incidente. Os internautas acusaram-na de ter feito comentários elogiosos à uma ovada desferida contra o deputado federal Jair Bolsonaro.
Nos comentários, ela leu que "apanhou pouco" e que "se a senhora e vários outros professores se preocupassem em ensinar ao invés de imbecilizar os alunos, cenas como essa não existiriam nas escolas. Você é cupada por incentivar o desrespeito, a falta de educação, o vitimismo e o coitadismo".
Em resposta, a professora fechou suas páginas nas redes sociais para comentários. Antes disso, no entanto, afirmou em uma mensagem: "dilacerada ainda, mas em paz".
Image caption"Somos reféns de alunos e de famílias que há muito não conseguem educar", diz professora
A situação vivida por Friggi nesta segunda-feira é, segundo dados da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), uma experiência vivida por muitos professores brasileiros. Uma pesquisa de 2014, feita em 34 países, revelou que 12,5% dos educadores brasileiros disseram sofrer agressões verbais ou intimidações de alunos ao menos uma vez por semana. A média entre todos os países foi de 3,4%.
"Estou dilacerada por ter sido agredida fisicamente. Estou dilacerada por saber que não sou a única, talvez não seja a última. Estou dilacerada por já ter sofrido agressão verbal, por ver meus colegas sofrerem", desabafou Friggi.
Além da falta de segurança para exercer a profissão, professores brasileiros são comprovadamente mal-remunerados. Outro levantamento da OCDE, de 2016, mostrou que os docentes dos ensinos fundamental e médio do país recebem menos da metade do que a média dos profissionais da educação dos 35 países membros da organização.